
Durante a sua comunicação, Teresa Espassandim defendeu, mais uma vez, a importância da autonomia científica dos psicólogos, opondo-se às recentes declarações do Secretário de Estado da Solidariedade e da Segurança Social, Agostinho Branquinho, que afirmou que “desde que haja uma criança com Necessidades Educativas Especiais devidamente identificada por médico especialista, terá acesso ao subsídio desde que reúna condições”.
Em resposta, a representante da OPP alertou: “Considera a OPP que no caso das incapacidades ou dificuldades serem de natureza cognitiva, psicológica, emocional, comportamental e de personalidade, deve ser o Psicólogo o responsável único pela avaliação da problemática em causa, bem como pela definição das medidas de acompanhamento e intervenção". "Sublinhamos, neste contexto, a autonomia científica dos Psicólogos pelo que não consideramos adequado nem aceitamos que a validação dessa avaliação ou dessas medidas seja efetuada por outros profissionais, sejam eles Médicos, Pediatras ou Pedopsiquiatras”, adiantou.
Contudo, Teresa Espassandim não ficou por aqui, tendo ainda oportunidade de sublinhar que a OPP tem vindo a questionar o Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social sobre o “Subsídio de Educação Especial”, aproveitando, neste âmbito, para voltar a sugerir a criação do “cheque-psicólogo”.
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