
No protocolo, a OPP compromete-se a colaborar na disponibilização das condições para a implementação de uma resposta de foro da literacia em saúde psicológica e bem-estar, no âmbito de processos de guerra e paz, aos cidadãos de nacionalidade ucraniana, refugiados, ucranianos e russos residentes em Portugal, militares e filhos de militares, ou outros grupos populacionais afetados pelo atual conflito, que residam ou venham a ser acolhidos na área territorial dos municípios outorgantes.
Já as três autarquias vão colaborar na promoção da literacia em Saúde Psicológica e Bem-Estar das populações, no contexto da crise provocada pela guerra na Ucrânia, através da produção de recursos e material de apoio, em línguas portuguesa e/ou russa, ucraniana e inglesa ou de iniciativas de outra natureza que venham a ser promovidas, na área territorial dos municípios outorgantes e junto dos cidadãos refugiados acolhidos, ou outros grupos das comunidades ucraniana e russa em Portugal.
A cerimónia decorreu na Casa do Roseiral, no Porto. O Protocolo foi assinado pelo Bastonário da Ordem dos Psicólogos, Francisco Miranda Rodrigues, pelo presidente da Delegação Regional do Norte da Ordem dos Psicólogos, Eduardo Carqueja, e pelos autarcas Luísa Salgueiro (Matosinhos), Rui Moreira (Porto) e Eduardo Vítor Rodrigues (Vila Nova de Gaia).
"Disponibilizar recursos em literacia psicológica em prol da diminuição do sofrimento"
"Neste desígnio humanitário que a todos e todas nos convoca, uma vez mais a OPP e a DRN sabem responder aos desafios de solidariedade e humanismo, desta vez em estreita colaboração com a Frente Atlântica, na disponibilidade de recursos em literacia psicológica em prol da diminuição do sofrimento decorrente desta guerra" afirmou Eduardo Carqueja, presidente da Delegação Regional do Norte da OPP.
O presidente da Câmara de Gaia, Eduardo Vítor Rodrigues, sublinhou que "num tempo em que o individualismo prevalece, valeria a pena unir esforços, dando exemplos de um mundo que coopera".
Já a autarca de Matosinhos Luísa Salgueiro destacou a "extraordinária forma" como a comunidade portuguesa está a responder e acrescentou que "o exemplo que temos de dar é que a política deve estar ao serviço das pessoas".
"Estamos aqui todos a cumprir democracia e a lutar contra a tirania de um Estado agressor", afirmou, por sua vez, Rui Moreira, presidente da Câmara do Porto.





















