De acordo com o estudo, situações como o aumento incomportável das rendas, a venda dos imóveis ou a sua conversão em alojamento local têm provocado choques emocionais significativos, associados a sintomas de ansiedade, depressão, perda de controlo e rutura de laços comunitários, com consequências diretas no bem-estar e na qualidade de vida das pessoas.
Na entrevista, Alexandre Teixeira sublinha a importância de integrar a dimensão da saúde psicológica nas políticas públicas de habitação, alertando para a necessidade de respostas estruturadas, preventivas e intersetoriais, capazes de mitigar os efeitos deste fenómeno crescente na população.
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