
A sessão permitiu refletir sobre as profundas transformações provocadas pela pandemia na saúde mental, nos serviços de saúde e nas respostas disponíveis, ao longo das diferentes fases do ciclo de vida. Foram igualmente abordadas a importância da prevenção, da intervenção psicológica, da promoção da literacia em saúde mental, do papel da comunidade, da monitorização e da preparação para eventuais futuras crises.
Ana Filipa Silva participou também no painel dedicado à adolescência, com a comunicação «Quem educa os nossos adolescentes: a família, a escola... ou o algoritmo?», refletindo sobre os desafios colocados pela tecnologia e pelos algoritmos no desenvolvimento, na saúde mental e nas relações dos adolescentes, bem como sobre o papel da família, da escola e da comunidade.
As Jornadas constituíram um importante espaço de partilha, reflexão e debate sobre a saúde mental ao longo do ciclo de vida, da infância e adolescência à idade adulta e ao envelhecimento, reforçando a importância de respostas integradas, preventivas e próximas das pessoas, das famílias e das comunidades.





















