
Neste artigo, a autora explica como comparação social é um mecanismo natural e evolutivo do cérebro humano que nos ajuda a avaliar competências, opiniões e o nosso lugar no grupo, mas pode tornar-se prejudicial quando é excessiva, constante e centrada em comparações ascendentes. As redes sociais amplificam este fenómeno ao exporem as pessoas a versões idealizadas da vida dos outros, contribuindo para baixa autoestima, sintomas depressivos, ansiedade social e insatisfação corporal.
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