
"É importante que existam, fora das escolas, estruturas capazes de, em situações de referência para os cuidados de saúde física, psicológica e mental, dar resposta atempada a estas necessidades, nomeadamente nos centros hospitalares, centros de saúde e centros comunitários ", explicou a vice-presidente da OPP. Veja a intervenção completa na Audição Pública "O garante da aprendizagem de crianças e jovens portadores de deficiência, assente nos pilares: Aprender a conhecer, aprender a fazer e aprender a ser".
Em relação às escolas, Sofia Ramalho afirmou que estão consideradas muitas medidas na legislação em vigor, mas que não estão eficazmente implementadas. "Há ainda uma dificuldade em perceber como operacionalizar estas medidas sem receio de ir contra a organização que até agora foi estruturante, mas que talvez não seja funcional quando observamos particularidades no âmbito da educação inclusiva", acrescentou.
A vice-presidente da OPP diz que é preciso "não ter medo de implementar medidas de flexibilidade e autonomia". Para diminuir esta falta de implementação efectiva "são necessários técnicos especializados, nomeadamente os psicólogos" para trabalhar em conjunto com os restantes elementos das escolas.
"É importante trabalhar na capacitação das lideranças e dos docentes para promover mais saúde física e psicológica, mais bem-estar e mais inclusão destes alunos", acrescentou ainda durante a intervenção", concluiu.





















