Delegação Regional Sul

O Psicólogo Responde: Porque é que tenho tanta dificuldade em "largar o passado"?

03.novembro.2025

Artigo de Miguel Coutinho. Psicólogo e Presidente da Delegação Regional do Sul da Ordem dos Psicólogos Portugueses, na CNN Portugal.

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O que leva um filho a agredir um pai?

30.outubro.2025

A 30 de outubro, Neusa Patuleia foi convidada do podcast do 24notícias.sapo, numa conversa dedicada à questão: “O que leva um filho a agredir um pai?” Na entrevista, referiu que “o que distingue a violência filioparental é a existência de um vínculo de dependência: são filhos sob os cuidados das figuras parentais e cujo desenvolvimento decorre nesse seio familiar”. Acrescentou ainda que “é precisamente essa inversão da hierarquia, quando um filho passa a dominar o adulto, que compromete o equilíbrio das relações e o desenvolvimento do jovem”.

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DRS no IX Congresso dos Solicitadores e dos Agentes de Execução

29.outubro.2025

Hugo Santos, vogal da direção da Delegação Regional Sul da Ordem dos Psicólogos Portugueses, esteve presente no IX Congresso dos Solicitadores e dos Agentes de Execução que decorreu em Évora, nos dias 16, 17 e 18 de Outubro.

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Violência Filioparental

27.outubro.2025

Análise de Neusa Patuleia, Direção da Delegação Regional do Sul, na CNN Portugal.

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VII Encuentro Hispano Luso

24.outubro.2025

A Delegação Regional do Sul colaborou no VII Encuentro Hispano Luso (24.10), subordinado ao tema "Inteligência Artificial, Psicología y Dilemas Éticos". Estiveram presentes o Presidente Miguel Coutinho e a Vogal Ana Filipa Silva, numa iniciativa conjunta com a Direção Nacional da Ordem dos Psicólogos.

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Podcast “A História do Dia” – Rádio Observador

23.outubro.2025

No dia 23 de outubro, Neusa Patuleia, volgal da direção da Delegação Regional Sul da Ordem dos Psicólogos Portugueses. participou no podcast “A História do Dia” do Observador, dedicado à violência filioparental. Na entrevista, explicou que “a violência é sempre multifatorial” e salientou que “é importante intervir no jovem, nos pais e na relação”, enfatizando que a violência filioparental "resulta de um padrão relacional que se constrói no seio familiar".

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