
É neste contexto que surgem as Linhas de Orientação para a Prática Profissional no âmbito da Intervenção Psicológica com Pessoas Refugiadas e Requerentes de Asilo tendo por base a dimensão aspiracional do Código Deontológico, bem como os preceitos da nossa Lei fundadora servindo, não como um documento regulador, mas sim como uma base de orientação da/o Psicóloga/o na resolução de dilemas éticos e profissionais. Estas
Linhas de Orientação para a Prática Profissional serão revistas tendo em conta as necessidades de intervenção das/os Psicólogas/os, bem como os progressos científicos neste âmbito.
O grupo de trabalho que produziu este documento considerou necessário explicitar algumas dificuldades e mais-valias obtidas com este trabalho. Apresentá-las pode ser um contributo para todos os que trabalham em equipas, em domínios de saberes e de novos saber fazer, e por isso desafiantes e a exigirem reflexão, renovação e transformação.
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